(Partilha no blog de evangelização jovem http://blog.cancaonova.com/revolucaojesus/)
Tive oportunidade de entrar na “facul” aos 18 anos, logo quando terminei o tempo de colégio. Legal né?
E como muitas jovens, me formei cedo também. Aos 22 anos já era considerada profissional, pois tinha curso superior, isso tudo é muito novo, certo?? Quem tá nessa fase com certeza entende, a gente já é “gente grande” mas ainda não assumiu isso concretamente, e as vezes não sabemos muito como lidar, que lugar ocupar, mudar de postura? Não né… tudo continua normal, só que agora aumenta a “responsa” começa uma certa “cobrança” ou até “pressão” com você mesmo, da família, de todos que te conhecem e estão próximos, que é hora de ter sua vida, conseguir emprego, ganhar dinheiro.
No meu caso, o primeiro emprego foi ainda durante o curso, embora como estagiária, mas fui fazendo a experiência de “amadurecer” financeiramente… já não morava na casa dos meus pais, pois sou de uma cidade pequena do interior, Brejinho-PE, então precisei estudar “fora” e me “virar”. Por um período dividia apartamento com colegas, depois morei sozinha, além da “grana” que ganhava, o que era muito bom, aprendi a pagar as contas, a juntar sempre um dinheirinho, economizar nas compras e já estava no mercado de trabalho. Que ótimo então! Antes da formatura eu tinha garantido alguma coisa?
Não, rs… o interessante é que no último semestre da faculdade acabou meu contrato que já tinha sido renovado antes e não tinha como continuar na empresa! Fiquei desempregada! Agora sim… como a maioria dos estudantes universitários eu também vivi isso, me formei e aí?
São muitos sonhos, vontade de executar tudo que a gente aprende nos 4 anos, eu era envolvida em muitos projetos de pesquisa e queria continuar, mas agora remunerada. Mas isso nem sempre é tão simples, fiquei alguns meses sem emprego fixo, passei pela fase de distribuir curriculum em alguns veículos de comunicação, pois fiz jornalismo e como eu, o que muita gente deseja é ficar na sua área! Fiz entrevistas, não me identifiquei com algumas propostas, embora quisesse topar qualquer coisa, mas meus valores e princípios cristãos também precisavam ser testemunhados.
Paralelo a “facul” eu também fazia discernimento vocacional para entrar na Comunidade Canção Nova, mas antes dessa decisão, ainda fiz outra experiência de trabalho. Foi a confiança em Deus que abriram as portas para mim, fiz experiências de fé, em cada um desses empregos pois antes de ser estudante e profissional, eu sou de Deus e deixei que isso me conduzisse em cada situação.
Verônica Suênia
Jornalista da Comunidade Canção Nova
Jornalista da Comunidade Canção Nova
